Escola de Hackers - A maior do mundo em língua portuguesa

A Escola de Hackers surgiu em 2003 evoluindo a partir do Curso de Hacker, porém totalmente desvinculada deste último. De lá pra cá crescemos muito, em número de alunos e conteúdo. Foi quando tomamos duas decisões importantes:

  • Criar a maior Escola de Hackers do mundo em língua portuguesa;

    e

  • Fazer desta iniciativa um projeto sem fins lucrativos, mantendo nossas atividades apenas com doações e a ajuda de colaboradores.

Não pense que por ser gratuito vamos descuidar da qualidade e conteúdo das nossas lições. Justamente por ser um projeto mantido por hackers entusiastas, colaboradores e doadores, temos o compromisso de fazer melhor do que qualquer curso comercial existente. Não há visão no lucro, somente no que for melhor para o estudante em sua busca pelo aprendizado. Se houvesse intenção de lucro, seria mais interessante ter a Escola de Hackers como uma empresa comercial, não como ONG.

E por favor não confunda doação com pagamento. A doação é uma das formas de ajudar a manter a Escola de Hackers mas não representa pagamento por nossos cursos. Um treinamento como o CEH 312-50 custa em média quatro mil reais por apenas 40 horas de aula. Na Escola de Hackers este treinamento é oferecido gratuitamente, incluindo a doadores. Mas não quer dizer que a doação pagou pelo treinamento. Insistir neste pensamento é agir de má fé, pois a Escola de Hackers não vende nada e nem aceita pagamentos. Somente doações são bem-vindas e de quem puder doar. Quem não quer ou não pode ser doador tem outras formas de estudar conosco.

Para tornar a Escola de Hackers uma realidade, buscamos parcerias com instituições que pudessem gerir e assegurar as despesas para a continuidade do projeto. A solução veio através da inclusão da Escola de Hackers como parte dos projetos sócio-educativos da Sociedade Brasileira de Educação para o Trabalho (SBET).

Sobre a SBET e o projeto Escola de Hackers

A Escola de Hackers é um projeto mantido pela Sociedade Brasileira de Educação para o Trabalho, uma ONG (Organização Não Governamental), que apesar de estar em funcionamento desde 1989, foi fundada oficialmente no ano de 1999, atuando na educação para o trabalho e formação profissional de jovens e adultos.

A maior parte das atividades da SBET ocorreram de forma presencial entre os anos de 1989 e 2004, principalmente na cidade de Nilópolis (RJ). Mas também foram realizados projetos na capital do Rio de Janeiro, em Coari (AM) e Salvador (BA), beneficiando diretamente cerca de 15 mil pessoas, através de cursos profissionalizantes em diversas áreas, entre outras ações. Você poderá conhecer um pouco mais sobre este trabalho no site www.sbet.org.br.

Atualmente a SBET está direcionando suas atividades para o ambiente virtual da Internet e a Escola de Hackers é um dos projetos patrocinados por esta entidade. A Escola de Hackers visa formar gratuitamente hackers éticos que possam atender demandas sociais e profissionais. Este projeto é mantido com a ajuda de doações e colaborações de voluntários feitas diretamente a SBET.

Houve alguma resistência por parte de alguns membros da diretoria da SBET em relação a patrocinar a Escola de Hackers. Mas diante da nossa argumentação de que as pessoas que buscam conhecimento hacker vão continuar buscando e na maior parte das vezes se deparando com o conhecimento direcionado a práticas ilícitas, foi possível não só convencê-los, como fazer com que entendessem que estamos diante de uma oportunidade ímpar: a de fornecer treinamento ético e de qualidade àqueles que antes estariam sujeitos a serem treinados em práticas ilegais.

É claro que todo pioneirismo tem seu preço e não são poucos os comentários negativos sobre nossa proposta de ensinar a ser hacker. O que estas pessoas não entendem é que o conhecimento é um direito de todos e não é justo dizer que quem aprende a ser hacker, o faz com intenções de tornar-se criminoso virtual. A Internet existe também graças aos hackers e é com a ajuda dos hackers que a segurança da informação de todos nós será conseguida. Porque mesmo uma invasão destrutiva tem o seu valor. Como forma de aprender o que estava falho para que não aconteça novamente. O objetivo é que as pessoas bem intencionadas cheguem primeiro ao elo mais fraco da corrente.

Outro pensamento equívocado é achar que a Escola de Hackers deveria ser uma Escola de Segurança da Informação, sem o apelo hacker. O que estas pessoas não entendem ou se recusam a entender é que somos hackers, hacking é o que fazemos e o que queremos é ensinar como os hackers agem. Não vamos mudar nossa proposta para agradar quem sequer será nosso aluno. Estamos aqui para atender quem desejar aprender a ser hacker e quem sabe, tornar-se um.

Ser hacker não é só fazer um curso. Quem faz um curso de fotografia ainda não é fotógrafo. Da mesma forma quem faz um curso de hacker não é automaticamente hacker. Durante e após o curso é preciso colocar em prática o conhecimento e decidir por ser amador ou profissional. Amador é quem usa o conhecimento geralmente em benefício próprio e sem pretensão financeira. O profissional se prepara para atender demanda do mercado e tem em mente a remuneração pelo seu trabalho. Se ao concluir o curso que for, de hacker, de fotografia, ou qualquer outro, a pessoa não colocar em prática o que aprendeu, ela é alguém que fez um curso, mas não vai tornar-se aquilo o que se propôs.

Na Sociedade da Informação, lidar com a informação, o que inclui saber mantê-la íntegra, confidencial e disponível, deveria fazer parte do currículo escolar desde as primeiras séries. Mas sabemos que a mudança na estrutura organizacional do ensino é lenta. Resolvemos assumir a responsabilidade de fazer no Brasil a educação para a segurança da informação e um dos resultados é a Escola de Hackers:

Missão, Visão, Valores, Metas e Código de Ética da Escola de Hackers

Missão
Treinar pessoas para o uso ético das técnicas hacker, fomentar a criação de grupos de estudo e contribuir para melhorar a imagem do hacker no Brasil.

Visão
A Escola de Hackers será referencial como centro de formação hacker em língua portuguesa, destacando-se pela qualidade, profundidade e seriedade dos treinamentos oferecidos.

Valores
Ética na conduta: de acordo com o Código de Ética da Escola de Hackers;
Comprometimento: nenhum estudante será deixado para trás em seu percurso de aprendizagem;
Responsabilidade no cumprimento de nossa missão, mesmo que isto represente desligar os estudantes de conduta imprópria;
Inovação: o aprendizado é gradual e progressivo, deve ser divertido e respeitar o timing individual.
Criatividade: não somos melhor que nenhum outro centro de treinamento, mas certamente somos diferentes.

Metas
Para o decênio 2010-2020, nossa meta é alcançar dez mil matrículas e disponibilizar nosso conteúdo em pelo menos mais dois idiomas: inglês e espanhol. Já somos a maior do mundo em língua portuguesa, o próximo passo é ser a maior do mundo.

Código de Ética da Escola de Hackers
O Código de Ética da Escola de Hackers é um conjunto de orientações sobre a conduta esperada de nossos alunos. Ao entrar para a Escola de Hackers, todos se comprometem a conhecê-lo e a basear suas ações hacker nestas orientações. Se algum de nossos estudantes ou colaboradores atentar contra a legislação brasileira ou descumprir um ou mais termos do Código de Ética da Escola de Hackers, será punido com advertência, suspensão ou expulsão, de acordo com a gravidade do fato.

Quem pode estudar na Escola de Hackers?
A Escola de Hackers está aberta a todos que tenham verdadeiro interesse em saber como os hackers agem e queiram se tornar um.

Como fazer parte da Escola de Hackers?
A Escola de Hackers é totalmente gratuita e a forma adotada por nós para aceitar sua matrícula é que você seja convidado por outro aluno. Este formato tem por objetivo fazer com que nossos estudantes sejam pessoas conhecidas de quem já é nosso conhecido, pois apenas alunos que estejam no nível dois em diante podem trazer convidados. Quem convida é responsável por seus convidados e esta cumplicidade faz com que os convites sejam distribuídos com responsabilidade. A punição dada a um estudante se reflete em toda a árvore de convidados.

Estas são as formas possíveis de ser aceito como estudante da Escola de Hackers:

  1. Visitante (acesso limitado)
  2. Convidado
  3. Colaborador
  4. Conveniado
  5. Doador ou Patrocinador
  6. Acesso promocional

Para qualquer das opções acima primeiro faça a sua matrícula clicando no botão abaixo: